Monique Edelstein
Algumas frases caem em nosso colo e traduzem claramente horas de conversa. Almoçando com uma querida amiga, ouvi: “Meus amigos me dizem que eu faço o que aparecer, é como um cheque ao portador”, o que para ela está perfeitamente OK. Ela está muito feliz e satisfeita, por razões que apenas a ela interessam.
Então, como uma avalanche, me lembrei das inúmeras vezes que ouvi “O que eu estou fazendo aqui?”, “Como vim parar aqui?”, “Onde eu estava com a cabeça quando aceitei esse desafio?”, “Fui estudar isso porque meu pai é um grande profissional desta área!”, “Um dia eu vou fazer o que eu gosto, mas agora não dá.” E por aí afora.
Tenho certeza de que seja como emissor ou como ouvinte, estas e outras frases já povoaram seus pensamentos. Certamente estas pessoas não estão felizes com tal situação.
Então eu lhe pergunto: Sua carreira é um cheque ao portador?
Você já se perguntou qual objetivo está buscando? Há alguma chance de que você esteja correndo por uma trilha que o levará a um destino diferente daquele que você busca? Ou ainda, você está nadando, nadando e tem a sensação de que vai morrer na praia, que a cada dia, o seu objetivo parece mais distante?
Todo seu esforço tem atendido aos objetivos de quem? Quem é o portador dos seus resultados? E estes resultados são os que você buscou?
O movimento natural do ser humano é atender às expectativas externas, seguir a carreira do pai, ingressar em um segmento do momento, etc. Poucas vezes pensamos em fazer aquilo que gostamos mesmo que não seja a “tradição”, isso assusta, causa estranheza entre aqueles que nos cercam e que se preocupam com “garantia de futuro”. Crescemos ouvindo que trabalho é obrigação, que a vida de um adulto é cheia de obrigações, que diversão não enche barriga, que você não tem que gostar, tem que trabalhar.
A questão é que fazemos bem aquilo que nos propomos, mas fazemos melhor ainda aquilo que gostamos, aquilo que acelera nosso coração, aquilo que nos divertimos fazendo, que faz nossos olhos brilharem. Quando acontece o casamento entre o que eu faço com o que eu gosto, o sucesso é inevitável, o caminho para o resultado é claro, não há obstáculo capaz de nos deter, eles simplesmente parecem não existir, e se existem, são menores do que a vontade de chegar lá.
Pegue sua folha de cheque e leia o que está escrito na linha “pagar à”. Caso não seja o seu nome escrito em letras maiúsculas reflita e decida. Faça sua escolha, esteja consciente de que foi você quem decidiu o nome do portador.
O que é Coaching e como pode me ajudar?
O Coaching é um processo com começo, meio e fim, fundamentado em bases teóricas consistentes validadas cientificamente, suportado por ferramentas e metodologia. Trata-se de uma relação de parceria entre o Coach (profissional especializado) e o Coachee (a pessoa interessada em se desenvolver), onde o Coach faz o papel daquele que instiga o Coachee a refletir e encontrar as respostas que necessita para evoluir em suas aspirações, sejam elas em quais áreas forem.
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Bem vindo (a)! A idéia é que você leia o que procura, busque nos marcadores o tema de seu interesse.
01 fevereiro, 2009
Ligado no 220 w sem disjuntor
Monique Edelstein
Ao ler este título você pensou em alguém que conhece?
É uma verdadeira montanha russa. Hora o sujeito tem muita energia, às vezes dispersa um pouco, mas realiza, demanda, delega, ajuda ou atrapalha, empolgante, inspirador, uma verdadeira máquina de fazer. É o primeiro a assumir novas tarefas, sempre acumulando projetos, fazendo de tudo um pouco, entende de tudo, resolve o problema de todo mundo, não desliga o celular, está sempre conectado. Para ele não tem hora, não tem fim de semana... nem para ele nem para sua equipe!
De repente, o transformador explode e então vem a ressaca. Começa a lamentação de que ninguém atende sua demanda, ninguém consegue fazer como ele, todos são tão demorados que ele tem que cobrar a toda hora pelos resultados que demoram a chegar.
A produção despenca, sua energia se transforma de ação em lamúrias. Isso quando não psicossomatiza, gerando afastamento por doença, stress sem controle.
O equilíbrio entre ação e descanso é um disjuntor, o respeito às diferenças individuais é outro, o autoconhecimento mais um, o respeito a si mesmo e seus limites outro.
Um líder com este perfil impede o livre andamento de sua equipe, o desenvolvimento destes profissionais, que não encontram espaço para atuar e acabam por se acomodar, descansando enquanto seu líder trabalha ou ainda desistindo de fazer parte desta equipe por não verem possibilidade de crescimento.
Ser um ou conviver com um “220 sem disjuntor” pode ser cansativo.
Se você se identificou com a descrição acima, observe a qualidade do relacionamento que você desenvolve com seus colegas no trabalho, com seus amigos, com sua família.
Quais as razões que o levam a estar sempre em busca de mais atribuições? Mesmo que inconscientemente, o que você busca alcançar?
Você está feliz e saudável com essa escolha? E suas próprias necessidades, em que lugar estão nas suas listas de tarefas?
O que você vem usando como disjuntor? Onde está buscando renovar suas energias?
Você pode atender às demandas, desde que sua vida esteja em equilíbrio, desde que isso não lhe traga um fardo, que seja por prazer de fazer. Não há nada que você não possa, apenas lembre-se de que para que continue fazendo, é preciso que esteja em condições emocionais e físicas para a ação.
Você está em condições emocionais e físicas para a ação? Pode ficar melhor?
Ao ler este título você pensou em alguém que conhece?
É uma verdadeira montanha russa. Hora o sujeito tem muita energia, às vezes dispersa um pouco, mas realiza, demanda, delega, ajuda ou atrapalha, empolgante, inspirador, uma verdadeira máquina de fazer. É o primeiro a assumir novas tarefas, sempre acumulando projetos, fazendo de tudo um pouco, entende de tudo, resolve o problema de todo mundo, não desliga o celular, está sempre conectado. Para ele não tem hora, não tem fim de semana... nem para ele nem para sua equipe!
De repente, o transformador explode e então vem a ressaca. Começa a lamentação de que ninguém atende sua demanda, ninguém consegue fazer como ele, todos são tão demorados que ele tem que cobrar a toda hora pelos resultados que demoram a chegar.
A produção despenca, sua energia se transforma de ação em lamúrias. Isso quando não psicossomatiza, gerando afastamento por doença, stress sem controle.
O equilíbrio entre ação e descanso é um disjuntor, o respeito às diferenças individuais é outro, o autoconhecimento mais um, o respeito a si mesmo e seus limites outro.
Um líder com este perfil impede o livre andamento de sua equipe, o desenvolvimento destes profissionais, que não encontram espaço para atuar e acabam por se acomodar, descansando enquanto seu líder trabalha ou ainda desistindo de fazer parte desta equipe por não verem possibilidade de crescimento.
Ser um ou conviver com um “220 sem disjuntor” pode ser cansativo.
Se você se identificou com a descrição acima, observe a qualidade do relacionamento que você desenvolve com seus colegas no trabalho, com seus amigos, com sua família.
Quais as razões que o levam a estar sempre em busca de mais atribuições? Mesmo que inconscientemente, o que você busca alcançar?
Você está feliz e saudável com essa escolha? E suas próprias necessidades, em que lugar estão nas suas listas de tarefas?
O que você vem usando como disjuntor? Onde está buscando renovar suas energias?
Você pode atender às demandas, desde que sua vida esteja em equilíbrio, desde que isso não lhe traga um fardo, que seja por prazer de fazer. Não há nada que você não possa, apenas lembre-se de que para que continue fazendo, é preciso que esteja em condições emocionais e físicas para a ação.
Você está em condições emocionais e físicas para a ação? Pode ficar melhor?
Marcadores:
Autoconhecimento,
Liderança,
Mudança
26 janeiro, 2009
Propósito da vida
Monique Edelstein
Buckminster Fuller diz que o propósito da vida é acrescentar valor à vida das pessoas desta geração e das seguintes.
Nossa vida afeta de maneira positiva ou não a vida de todos aqueles que convivem diretamente conosco e de forma indireta à mais inúmeras outras pessoas.
Se eu não colocar a minha peça no tabuleiro do jogo,alguém vai colocar a dele.
Que talentos ando desperdiçando? O que eu tenho de único que poderia estar oferecendo, mas me escondo atrás de justificativas que efetivamente não constroem nada?
Vamos lá, eu sei que você tem, todos temos! Ache a sua peça e traga-a agora para o tabuleiro do jogo da vida.
Aquele que imagina que pode prever 100% do que irá acontecer corre o sério risco de ser surpreendido. Você só pode saber o que irá acontecer de fato, quando estiver lá.
Imagine que você pega a mesma estrada todas as semanas, sente-se seguro, confortável, confiante, sabe cada curva, cada sinalização, um dia, de repente, sem aviso algum, um buraco se abriu no asfalto e sua estrada não é mais a mesma. E agora, o que fazer? Como prosseguir a viagem?
Podemos fazer uma previsão aproximada, ter a certeza é apenas uma bela e adequada desculpa para que o primeiro passo não seja dado.
O autoconhecimento é peça chave para que estejamos aptos a lidar com imprevistos. Tudo o que você precisa saber já esta dentro de você, basta que você tome consciência e então, terá o leme em suas mãos, deixando de ser um seguidor e se transformando em um condutor.
Diz Marianne Williamson: "O nosso maior medo não é não sermos bons o bastante. Nosso maior medo é sermos fortes além da medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão, que nos assusta. Nós nos perguntamos quem somos para ser brilhante, belo, talentoso e notável? Na verdade, quem você não é para ser assim? Você é filho de Deus. Bancar o pequeno não ajuda o mundo em nada. Não há nada dignificante no ato de se diminuir para que os outros não se sintam mal à sua volta. Nascemos para manifestar a glória de Deus presente em nós. Ela não está apenas em alguns, está em todos nós. E, ao deixarmos a nossa própria luz brilhar, damos permissão inconscientemente às outras pessoas para fazer o mesmo. No momento que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença liberta automaticamente outras pessoas”.
Buckminster Fuller diz que o propósito da vida é acrescentar valor à vida das pessoas desta geração e das seguintes.
Nossa vida afeta de maneira positiva ou não a vida de todos aqueles que convivem diretamente conosco e de forma indireta à mais inúmeras outras pessoas.
Se eu não colocar a minha peça no tabuleiro do jogo,alguém vai colocar a dele.
Que talentos ando desperdiçando? O que eu tenho de único que poderia estar oferecendo, mas me escondo atrás de justificativas que efetivamente não constroem nada?
Vamos lá, eu sei que você tem, todos temos! Ache a sua peça e traga-a agora para o tabuleiro do jogo da vida.
Aquele que imagina que pode prever 100% do que irá acontecer corre o sério risco de ser surpreendido. Você só pode saber o que irá acontecer de fato, quando estiver lá.
Imagine que você pega a mesma estrada todas as semanas, sente-se seguro, confortável, confiante, sabe cada curva, cada sinalização, um dia, de repente, sem aviso algum, um buraco se abriu no asfalto e sua estrada não é mais a mesma. E agora, o que fazer? Como prosseguir a viagem?
Podemos fazer uma previsão aproximada, ter a certeza é apenas uma bela e adequada desculpa para que o primeiro passo não seja dado.
O autoconhecimento é peça chave para que estejamos aptos a lidar com imprevistos. Tudo o que você precisa saber já esta dentro de você, basta que você tome consciência e então, terá o leme em suas mãos, deixando de ser um seguidor e se transformando em um condutor.
Diz Marianne Williamson: "O nosso maior medo não é não sermos bons o bastante. Nosso maior medo é sermos fortes além da medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão, que nos assusta. Nós nos perguntamos quem somos para ser brilhante, belo, talentoso e notável? Na verdade, quem você não é para ser assim? Você é filho de Deus. Bancar o pequeno não ajuda o mundo em nada. Não há nada dignificante no ato de se diminuir para que os outros não se sintam mal à sua volta. Nascemos para manifestar a glória de Deus presente em nós. Ela não está apenas em alguns, está em todos nós. E, ao deixarmos a nossa própria luz brilhar, damos permissão inconscientemente às outras pessoas para fazer o mesmo. No momento que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença liberta automaticamente outras pessoas”.
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Coragem,
Liderança,
Mudança
Tempo
Monique Edelstein
Sêneca diz: “Certos momentos nos são tomados, outros, nos são furtados e outros ainda se perdem no vento. Mas a coisa mais lamentável é perder tempo por negligência”, “Enquanto adiamos, a vida se vai”, “Por isso me indigno com aqueles que desperdiçam com coisas supérfluas a maior parte desse tempo que já não é suficiente para as coisas necessárias”, “O valor da vida não está em sua duração, mas no uso que dela pode ser feito”, “Faço isso de modo que cada dia seja para mim a vida toda”. Poderia continuar suas falas, mas creio que basta para o início desta reflexão.
TEMPO: o mais democrático de todos os recursos. Todos temos 24 horas para viver em um dia, não há diferença entre raças, credos ou classe social. Temos as mesmas 24 horas. O que fazemos com elas é que irá nos diferenciar.
Como vamos viver cada um dos minutos depende de tantas variáveis, algumas controláveis e outras não, que podemos nos perder entre elas e, infelizmente, é o que acaba por acontecer com a maioria de nós.
A vida vem me exigindo algumas despedidas, que me deixam profundamente triste, mas, por outro lado, me fazem ter ainda mais vontade de tornar a minha vida algo relevante.
Não sei até quando poderei exercer o meu direito de fazer algo relevante, então, que seja feito a cada minuto, a cada dia, a partir de já.
Em 1851, no teto do Panthéon de Paris, foi fixado um Pendulo de Foucault. A idéia é demonstrar o movimento de rotação da Terra em relação a um referencial. Ele não para. A Terra não para seu movimento de rotação.
Quando me vi a frente deste Pendulo tive que admitir que minhas desculpas não fariam a Terra parar de girar, o tempo parar de correr e que se eu quisesse, de fato, ter a certeza de que a minha existência valeu, qualquer que fosse a minha ação deveria se iniciar imediatamente.
Que planos você vem fazendo? O que está lhe faltando para ir em frente e agir? O que é preciso acontecer ainda para que os seus sonhos comecem a sair da idéia e comecem a se tornar realidade?
Não nascemos com um marcador que avisa que nosso tempo está se esgotando. Não tem aviso prévio, não tem prova de recuperação, não em acordo.
O que será da sua existência cabe somente a você determinar. A escolha é sua. Quando sua vida vai começar? Quando sua vida começará a fazer a diferença na vida de outras pessoas?
Sêneca diz: “Certos momentos nos são tomados, outros, nos são furtados e outros ainda se perdem no vento. Mas a coisa mais lamentável é perder tempo por negligência”, “Enquanto adiamos, a vida se vai”, “Por isso me indigno com aqueles que desperdiçam com coisas supérfluas a maior parte desse tempo que já não é suficiente para as coisas necessárias”, “O valor da vida não está em sua duração, mas no uso que dela pode ser feito”, “Faço isso de modo que cada dia seja para mim a vida toda”. Poderia continuar suas falas, mas creio que basta para o início desta reflexão.
TEMPO: o mais democrático de todos os recursos. Todos temos 24 horas para viver em um dia, não há diferença entre raças, credos ou classe social. Temos as mesmas 24 horas. O que fazemos com elas é que irá nos diferenciar.
Como vamos viver cada um dos minutos depende de tantas variáveis, algumas controláveis e outras não, que podemos nos perder entre elas e, infelizmente, é o que acaba por acontecer com a maioria de nós.
A vida vem me exigindo algumas despedidas, que me deixam profundamente triste, mas, por outro lado, me fazem ter ainda mais vontade de tornar a minha vida algo relevante.
Não sei até quando poderei exercer o meu direito de fazer algo relevante, então, que seja feito a cada minuto, a cada dia, a partir de já.
Em 1851, no teto do Panthéon de Paris, foi fixado um Pendulo de Foucault. A idéia é demonstrar o movimento de rotação da Terra em relação a um referencial. Ele não para. A Terra não para seu movimento de rotação.
Quando me vi a frente deste Pendulo tive que admitir que minhas desculpas não fariam a Terra parar de girar, o tempo parar de correr e que se eu quisesse, de fato, ter a certeza de que a minha existência valeu, qualquer que fosse a minha ação deveria se iniciar imediatamente.
Que planos você vem fazendo? O que está lhe faltando para ir em frente e agir? O que é preciso acontecer ainda para que os seus sonhos comecem a sair da idéia e comecem a se tornar realidade?
Não nascemos com um marcador que avisa que nosso tempo está se esgotando. Não tem aviso prévio, não tem prova de recuperação, não em acordo.
O que será da sua existência cabe somente a você determinar. A escolha é sua. Quando sua vida vai começar? Quando sua vida começará a fazer a diferença na vida de outras pessoas?
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